terça-feira, 17 de novembro de 2009

ABSURDO: "Turma da Mônica" tem primeiro personagem gay.


A "Turma da Mônica" ganhou o primeiro personagem gay, na sexta edição da revista "Tina", que já está nas bancas.
A equipe de Maurício de Sousa criou Caio, que será o melhor de amigo de Tina. Na história, ele surpreenderá ao afirmar ser comprometido com outro rapaz. A revelação será acompanhada por um discurso de Tina contra a homofobia.
Caio terá mais participações nos gibis. Ele faz parte de um time de personagens criados para acabar com o preconceito. Deficientes visuais e cadeirantes já apareceram em outras histórias da "Turma da Mônica".
EXTRAÍDO DO SITE:
http://entretenimento.br.msn.com/famosidades/noticias-artigo.aspx?cp-documentid=22631642

Cresci lendo as histórias da turma da Mônica e me sinto decepcionada com a notícia acima. Querendo ou não, a revistinha influencia as crianças. Não sou contra os homossexuais. Mas não concordo com a prática homossexual. Dizia que quando tivesse filhos eles iriam ler as revistinhas da turma da Mônica. Bom, minha opinião acabou de mudar. 

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

Chuva



Estava andando na rua outro dia quando começou a chover. Todos procuraram uma forma de se proteger da chuva. Mas eu não. Eu quis me molhar. Quis sentir a chuva cair sobre mim. Tinha muito tempo que eu não fazia algo assim e foi muito bom.

Pude tirar algumas lições disso. Percebi que a mesma chuva que estava caindo sobre mim, também molhava as pessoas que estavam na rua como eu. Mas a diferença entre mim e as outras pessoas é que eu não me incomodei.

Todos enfrentam problemas e muitos acreditam que pelo fato de serem cristãos possuem o “corpo fechado” para as dificuldades da vida. Isso não é verdade. Jesus mesmo disse que nós enfrentaríamos aflições nesse mundo. Isso faz parte da vida. Todos passam por momentos de lutas e alegrias. A diferença entre nós e as outras pessoas é que quando a chuva chegar não precisamos nos preocupar em procurar abrigo. Nosso abrigo é Cristo. A tempestade logo vai passar. Não são poucas as vezes em que ao invés de voltar nossos olhos para Cristo, olhamos para os desafios da vida. Volte seus olhos para Jesus. Você verá que se comparada a grandeza Dele a tempestade não passa de alguns pingos que caíram sobre você.

Outra lição que aprendi sobre a chuva é que temos que nos abrir para novas experiências com Deus. Estamos tão seguros na religiosidade que esquecemos que a vida com Deus é cheia de surpresas e novas emoções. Ser cristão é radical. O problema é que deixamos a correria do dia a dia e os maus hábitos influenciarem no nosso relacionamento com Deus.

Deixar a chuva me molhar naquele dia foi muito bom. Eu pude aprender um pouco mais sobre Deus. Não deixe a rotina influenciar sua vida espiritual. Quebre as regras, ouse crescer e ir além no seu relacionamento com Deus. Deixe a chuva te molhar. Você pode se surpreender.

Tenho-vos dito isto, para que em mim tenham paz; no mundo tereis aflições, mas tende bom ânimo, eu venci o mundo. João 16:33

So... enjoy it, let it rain!

quinta-feira, 29 de outubro de 2009

ABSURDO!

A roupa de uma estudante causou tumulto em uma faculdade em São Bernardo do Campo (Grande São Paulo). Toda confusão foi provocada pelo uso de uma minissaia.A garota ouviu insultos de centenas de alunos da faculdade, que se juntaram no pátio para vê-la e xingá-la.A garota teve que se esconder em uma sala e só foi retirada, com um avental de professor, escoltada pela Polícia Militar.

A notícia acima foi extraida do site http://www.ultimosegundo.ig.com.br/

Me surpreendi com o que aconteceu em São Bernardo. Uma garota sendo escorraçada por colegas de faculdade por causa de sua forma de vestir? Meu Deus. Só faltou a garota ser lichada pela multidão. Quem viu o vídeo que registra o que aconteceu pode atestar o que estou falando. O engraçado é que enquanto isso na igreja, muitas meninas usam roupas bem menores do que a moça da história usou...

Tenho a sensação de que essas garotas estão querendo atrair a atenção da platéia errada. Quem se veste assim quer se sentir atraente, sensual. E sinceramente, esse não é o objetivo de uma garota cristã. Já vi coisas muito piores no meu tempo de faculdade e não sei se a multidão agiu com hipocrisia. Mas para mim, essa revolta demonstra que algo está mudando.

Não consigo acreditar que um rapaz comprometido com Deus pense em relacionamento sério com uma garota vulgar. Não vou afirmar que a aparência não conta. Mas eu não quero ser admirada pelo decote que uso ou por uma calça que valorize meu culote. Quero ser notada pela presença de Cristo na minha vida. Isso é o que vale no final.

A árvore é julgada pelos frutos. Se você é solteiro e está lendo esse texto, receba meu conselho e não se envolva com uma garota que não tenha nada a acrescentar para sua vida espiritual, ministerial e social. Procure uma garota que leve Deus á sério. Não somente com palavras, mas com ações. A beleza é passageira, mas a presença de Deus é constante.

E você moça, procure se envolver com Deus e com a direção Dele para sua vida. Você realmente acha que Deus se agrada em te ver vestida como prostituta? é hora de rever conceitos e mudar atitudes. Leve Deus á sério. Não brinque de ser cristão.

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

Lula e Calvino!


sexta-feira, 23 de outubro de 2009

O bom samaritano morreu



“... amará ao Senhor teu Deus de todo o teu coração, de toda a tua alma, e de todo o teu entendimento. Este é o grande e primeiro mandamento. E o segundo, semelhante a este, é: Amarás ao teu próximo como a ti mesmo.” Mateus 22:37 a 39


Rio de Janeiro. Câmeras de segurança instaladas flagram o momento em que Evandro João Silva foi assassinado. As imagens mostram a vitima lutando com assaltantes antes de ser morto. Os bandidos levaram de Evandro o tênis, a carteira e uma jaqueta. Policiais que passavam no local do crime não prestaram socorro á Evandro, e liberaram os assaltantes após pegarem os pertences roubados da vítima. Sete minutos mais tarde, um grupo de pessoas passa e ninguém ajuda Evandro. Se tivesse recebido socorro, ele poderia ser salvo.

Fiquei extremamente preocupada com o acontecimento acima. Não consigo parar de pensar nisso. Na realidade, quando soube o que aconteceu me lembrei da parábola do bom samaritano. É muita coincidência. A única diferença entre a parábola e essa tragédia é que na parábola houve alguém que se importasse com a vítima. Ninguém se importou com Evandro. Quem deveria ajudá – lo agiu de forma similar aos assaltantes. Isso é terrível.

O que está acontecendo conosco? Ninguém mais se importa? Aonde vamos chegar? Onde está o amor ao próximo? Ao saber de acontecimentos como esse a sociedade não se assusta mais.

E nós, como cristãos? Como temos agido?

Loren Cunningham, fundador da YHAM (Jovens com uma missão [JOCUM]) disse em sua autobiografia:

“O amor á Deus é irmão gêmeo do amor ao próximo”.

Dizemos que amamos á Deus, mas será que isso é verdade? Será que realmente O amamos? Quando foi a última vez que você ajudou alguém? Você se comoveu com o que aconteceu com Evandro, ou foi apenas uma noticia? Você é capaz de fazer algo significativo para ajudar alguém que você não conheça? Se sua resposta foi não ás perguntas acima, eu honestamente duvido do seu amor á Deus. Minha intenção ao digitar isso é literalmente incomodar você.

O bom samaritano morreu. Cabe a nós assumir posição.

“Jesus, prosseguindo, disse: Um homem descia de Jerusalém a Jericó, e caiu nas mãos de salteadores, os quais o despojaram e espancando-o, se retiraram, deixando-o meio morto. Casualmente, descia pelo mesmo caminho certo sacerdote; e vendo-o, passou de largo. De igual modo também um levita chegou àquele lugar, viu-o, e passou de largo. Mas um samaritano, que ia de viagem, chegou perto dele e, vendo-o, encheu-se de compaixão; e aproximando-se, atou-lhe as feridas, deitando nelas azeite e vinho; e pondo-o sobre a sua cavalgadura, levou-o para uma estalagem e cuidou dele. No dia seguinte tirou dois denários, deu-os ao hospedeiro e disse-lhe: Cuida dele; e tudo o que gastares a mais, eu to pagarei quando voltar”. Lucas 10:30 a 35



“Não amemos de palavra,nem de boca,mas em ação e em verdade.”1João 3:18

terça-feira, 20 de outubro de 2009

Button: 317 dias depois, “We are the champions”

Você pode estranhar. Mas me senti abençoada ao ler essa matéria.

Por Gerson Campos, colunista do Yahoo! Esportes

http://br.esportes.yahoo.com/colunas/gerson-campos-button-we-are-the-champions-esportes-87.html
"Let it burn, let it burn", ou "deixa queimar, deixa queimar", gritava John Button (pai de Jenson) ao final do GP Brasil de 2008, quando seu filho chegou aos boxes com o péssimo carro que a Honda usou naquele ano em chamas. E o cenário do pesadelo não parava por aí: depois de nove temporadas de Fórmula 1, John e Jenson ainda tiveram de ver o novato Lewis Hamilton, dois anos na categoria, roubar todas as atenções da imprensa inglesa ao sagrar-se campeão e, mesmo sem querer, carimbar na testa do compatriota o carimbo de promessa que não deu certo.
Mas isso não é tudo, como diriam aquelas propagandas de produtos milagrosos. Em 5 de dezembro, 33 dias depois da última prova do campeonato, a Honda, equipe de Button e Rubens Barrichello, decidiu encerrar suas atividades na Fórmula 1. O motivo: a crise econômica mundial que estourou 81 dias antes com a quebra do banco norte-americano Lehman Brothers. No final do ano passado, o quadro era desolador para Jenson Button: estava desempregado depois de quase uma década de F1 e sem chance de assumir um cockpit competitivo. Em teoria.
Na prática, Ross Brawn assumiu o espólio do time japonês, encaixou um motor Mercedes-Benz que casou perfeitamente com o chassi do novo BGP001, manteve a dupla de pilotos de 2008, projetou um genial difusor que tornou seus carros imbatíveis na primeira metade da temporada e, 317 dias depois do anúncio da retirada da Honda da Fórmula 1, comemorou os títulos de construtores e de pilotos com um Jenson Button que cantava “We are the champions” sem acreditar que era ele mesmo o campeão mundial. E por isso repetia a todo instante: “Eu sou o campeão do mundo!”.
É uma história tão bela como a de Rubens Barrichello neste ano, e por isso não se deve dizer que "o pé de chinelo nunca vai ganhar mesmo" ou coisa do tipo. Barrichello fez a melhor de suas 17 temporadas em 2009. Foi perfeito em provas como Valência e Monza, se atrapalhou em várias largadas, é verdade, e sofreu na primeira metade da temporada, mas desde o GP da Inglaterra marcou 9 pontos a mais que Button em 9 GPs e venceu duas dessas corridas, enquanto o inglês não subiu nenhuma vez o topo do pódio.
Mas Button conseguiu lidar melhor como carro no início do ano e fez o começo de temporada mais arrasador da história da categoria, vencendo seis das sete primeiras provas. Enquanto isso, Barrichello não se entendia principalmente com o freio de sua Brawn. Rubens pediu à equipe que trocasse alguns componentes do sistema e passou a render mais que o companheiro de equipe, mas o inglês já tinha vantagem suficiente para administrar e o fez com competência.
É verdade que Button se apagou bastante nas últimas provas e chegou a dar até a impressão de que daria uma “refugada” na hora da decisão, mas fez um GP do Brasil digno de quem não vê a hora de soltar logo o grito de campeão e mandou ver no Fred Mercury ainda no cockpit. Merecido, bonito, legal de se ver. Como foi bonita a atitude de Barrichello, que parabenizou o companheiro na pista, abraçou-o ao descer do carro e participou da festa de comemoração, é claro, com um sorriso meio amarelo, mas participou quando poderia ter pegado o boné e ido para casa relaxar – ninguém o condenaria por isso.
Um campeonato é dividido em várias etapas, e 16 se passaram até que Button pudesse gritar que era campeão. O caminho de uma carreira é maior ainda, e invariavelmente, por mais grana e suporte que tenha o piloto, passa por incertezas e inseguranças, acidentes graves e muitos questionamentos – você pode imaginar quantos deles ouviram um “vai fazer alguma coisa séria da vida” quando as coisas não estavam dando tão certo?
Por isso, por mais piegas que seja dizer isso, Button e Barrichello já foram campeões pelo que fizeram neste ano e pelo que passaram nos anteriores.
Não são pilotos fantásticos. Não são arrojados como Mansell, regulares como Prost, rápidos como Senna ou completos como Schumacher. Longe disso. Mas pilotos como Alan Jones e Damon Hill também não são e foram campeões. E por isso não se pode dizer que o título de Button não é merecido.
Se a Brawn andava sobre trilhos no começo do ano com seu difusor duplo, todas as outras equipes tinham o mesmo regulamento na mão e poderiam ter construído carros tão bons quanto. Ponto para Ross Brawn. Se Barrichello foi irregular na primeira metade da temporada, foi excelente na segunda. Mas Button foi melhor no ano. Ponto para ele.
E outra: quem canta “We are the champions” com a felicidade de um Jenson Button não está ligando nem para a opinião do Papa. Quanto mais para a nossa. Portanto, “congratuleitions, Jeisun!”.

300 km/h

- Barrichello conseguiu conter a emoção e agiu com elegância na derrota. Mais uma evolução em 2009
- Perguntado se achava que o pneu furado foi azar, Rubens respondeu: “Não acredito em azar ou sorte. Não se pode culpar o azar por um problema técnico. Eu acredito em trabalho”. Nem parece o mesmo piloto
- Faltou ritmo à Brawn de Barrichello depois do primeiro pit stop. Button foi mais regular e fez uma corrida melhor.

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

E se fosse tudo mentira?

Anos atrás comecei a questionar minha fé e pela primeira vez eu pensei: E se o cristianismo for uma grande mentira? Nessa época, eu passei a desconfiar da minha fé, religião e até mesmo de Deus. Questionamentos como: Será que Ele existe mesmo? Começaram a brotar na minha mente.

O que diferencia o cristianismo das outras religiões? Para um mulçumano o islamismo é a mais pura verdade. Para um budista, Buda é o caminho. Para o hindu deus está em todo lugar. E os adeptos dessas religiões acreditam em todas as experiências religiosas que vivenciam. Frente a tantas perguntas, eu comecei a buscar respostas. Há quem possa se sentir escandalizado com o que acabou de ler. Mas não considero errado questionar o porquê da sua fé.

Eis aí um ponto que diferencia o cristianismo das outras religiões: somos incentivados a buscar a verdade e o conhecimento. Deus não se esconde de nós. Pelo contrário, Ele se revela aos que O buscam. Outro ponto que diferencia o cristianismo é que temos a liberdade para escolher o que consideramos melhor para nós. Temos o livre arbítrio. Deus não quer obediência vinda pelo medo. Ele deseja que O sigamos por amor.

Essas foram algumas das respostas que encontrei. Mas o ponto que me convenceu da veracidade do cristianismo é a declaração explicita do amor de Deus. A bíblia fala que Deus amou tanto o mundo que Ele entregou Seu único filho por amor á nós (João 3:16). Quando entendi isso me lembrei de tudo que Deus fez por mim. Se não fosse por Ele eu não estaria aqui. Ele trouxe alegria, razão e sentido á minha vida. Para mim, não há como negar que o Cristianismo e a Bíblia sejam verdade.

Mesmo que eu estivesse enganada, eu escolheria viver tudo mais uma vez. Não há experiência no mundo que se compare ao prazer de ser cristão. Eu não trocaria minha vida por outra. Me tornar cristã foi a melhor decisão que eu já tomei na vida.